De papo pro ar!


Credicard Citi, a pior operadora de cartão de crédito

Enviado em Opiniões, Pessoal por felipemorais no Outubro 24, 2008
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Ví agora pouco no blog Revolução.etc um post sobre a pior operadora de cartão de crédito.

A verdade é que também odeio a pior operadora de cartão de crédito por motivos parecidos.

O atendimento da pior operadora de cartão de crédito é péssimo, simplesmente PÉSSIMO! Faz uns seis meses que cancelei o cartão e enfretei uma batalha pra isso. Liguei diversas vezes para o atendimento da pior operadora de cartão de crédito pedindo a mudança de endereço quando mudei para São Paulo, mas depois de um mês e meio sem receber a fatura, entrei em contato novamente e fui informado que nenhuma alteração havia sido feita.

Tentei imprimir a fatura pelo site da pior operadora de cartão de crédito, besteira, a função estava simplemente “Temporariamente indisponível“. Pedi novamente a alteração dos dados para receber as faturas atrasadas. Sim, AS FATURAS pois foram dois meses até conseguir receber algo. Após quitar as faturas entrei em contato novamente e pedi o cancelamento do cartão, que foi confirmado pela atendente.

Para minha surpresa, três meses depois recebo uma carta de cobrança da pior operadora de cartão de crédito alegando a falta de pagamento de uma fatura. Depois de uma longa conversa com a atendente, fui informado de que a fatura era referente à anuidade do cartão. Isso mesmo, anuidade de um cartão cancelado!

Felizmente eu tinha o número da ordem de cancelamento e tudo foi esclarecido. Mas esse transtorno é inesquecível!

Então fica um dica. NUNCA faça seu cartão com pior operadora de cartão de crédito.

E se você tem blog e também odeia a pior operadora de cartão de crédito, ajude no Google bombing! Basta colocar no seu blog o trecho “pior operadora de cartão de crédito“.

Namastê!

Usabilidade para web

Enviado em Padrões Web, Pessoal, Usabilidade por felipemorais no Julho 4, 2008
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“Tornar o simples complicado é fácil; tornar o complicado simples é criatividade”, disse certa vez, o músico americano Charles Mingus. Por que não estampam essa frase nos monitores de cada desenvolvedor de sites do planeta?

Muitos sites, atualmente, estão abarrotados de tecnologias, porém completamente ausentes de recursos de usabilidade.

Segundo a ISO 9241-11, usabilidade é “a extensão na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com efetividade, eficiência e satisfação em um contexto de uso específico”, dizendo isso com usabilidade: simplicidade que dá certo.

Infelizmente, simplicar as coisas, ao invés de complicá-las, parece algo muito distante. Talvez por pensarem que a simplicidade unida à eficiência terá um custo muito elevado ou desnecessário naquele momento.

Jakob Nielsen, um dos papas em usability, é categórico ao afirmar que se deve retirar da página tudo que não auxiliar o usuário a atingir o objetivo que definimos para ele. É claro que, se falando de Brasil, onde a ditadura da beleza e do design impera já há algum tempo, devemos tomar essa afirmação com muito cuidado, contudo não podemos esquecê-la.

No quesito “auxiliar a navegação”, muitas empresas se esquecem de fazer o óbvio. Existem alguns padrões na web que não podem ser ignorados. Se os usuários estão acostumados com uma navegação vertical e com barras de rolagem em tons de azul e cinza dispostas no lado direito da tela, por que colocar uma rolagem em forma de serpente na parte inferior da tela e uma navegação horizontal da direita para a esquerda?

O inovador ou bonito nem sempre é útil. Uma grande besteira continua sendo uma grande besteira, mesmo que com um belo design.

Os sites em flash lideram o ranking dos de navegação mais complexa. As possibilidades que o flash permite parecem alvoroçar as pessoas que lidam melhor com a tecnologia do que com o bom senso. Alguns sites parecem uma obra pós-moderna: só o autor é capaz de explicar o que queria dizer com ela. Não que o flash deva ser abolido do nosso cotidiano, deve-se apenas pensar um pouco na necessidade e no diferencial que ele trará ao projeto antes de jogar uma animação qualquer na tela do usuário.

Os sites devem ser focados na experiência do usuário e não na mente do diretor de criação que o concebeu ou no dono da empresa. De nada adianta a empresa criar monumentais sites se o mercado não o aplaude. O usuário é o verdadeiro juiz. Será ele quem dirá se o site da empresa está bom ou ruim.

Se você é um empresário, preste bastante atenção no que a sua agência anda fazendo com o site da sua empresa.

Se você é um usuário, exponha seus pensamentos na área de contato do site, ela serve entre outras coisas para receber suas críticas e opiniões.

Se você faz sites, por favor, cole a bendita frase de Mingus no seu monitor.

Os Meus kicos marinho também não nasceram.

Enviado em Pessoal por felipemorais no Junho 26, 2008
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Uma das coisas que gosto de fazer quando estou longe do computador, é ler. Leio de praticamente tudo um pouco. Livros, gibis, jornal, revistas, apostilas e tudo mais que me interesse de alguma forma.

Dentre minha rotina de leitura está a revista Web Design ok, ok, não sou webdesign, mas engana-se quem deixa de ler apenas por julgar o conteudo pelo nome.

A parte que mais me interessa (e a primeira a ser lida) é a coluna do René de Paula Jr, que na edição nº40 publicou o texto “O que os Kicos tem a ver com isso?”.

Kicos, pra quem não sabe, era o nome de um pó cinzento que quando colocado em água, daria vida a uma familia de seres pré-históricos que viveriam felizes dentro do seu aquário, mas a Wikipédia diz a verdade.

O fato é que René faz analogia ao momento que vivemos na web, onde muitas promessas são feitas e na verdade nada acontece.

Citando um trecho do texto: “Um exemplo, blog. Bárbaro, não? Você pode incluir blogs na sua proposta e cantar loas às maravilhas do citizen journalism, da folksonomia, do long-tail, do crowdsourcing e demais buzzwords que só a Wikipédia é capaz de explicar. O cliente ficará boquiaberto.

Quero ver porém, a cara dele quando adicionar o pó mágico ao seu próprio aquário/site, o tempo passar e passar… E não brotar nada.” Acho que ja deu pra entender neh…

Não basta adicionar água, não é por que deu certo com um que dará com você ou comigo.

Sim, claro, precisamos tentar, lutar e buscar nosso espaço. Mas cautela, analise e estratégia são sempre fundamentais para o sucesso ou fracasso de um projeto.

Eu mesmo já tentei várias vezes pelo impulso. Administrei redes de IRC, servidores de Jogos Online, criação de jogos e etc…
Ora, eu não tinha o fermento para essas coisas, não analisei, não pensei… Deu certo com alguns tinha que dar comigo, mas meus Kicos não cresceram.

Apenas ganhei experiência e aprendi a analisar o momento, o local e as possibilidades.

Talvez alguns voltem a dizer que sou conservador, que pareço um milinonário decidindo onde investir R$100.000.00, mas se como disse, sou milionário, é por que sei onde colocar o pé e principalmente, que basta um passo em falso para decidir o sucesso ou fracasso de uma operação.

Já tentei criar meus “Kicos” e mais uma vez repetindo René, “…algo aconteceu ali: perdi minha virgindade mercadológica.”.

Não, não sou descrente, apenas gosto da idéia de inovação, de não sair por ai tentando repetir façanhas, muito menos prometendo o mundo ao seu cliente.

Já vi pessoas vendendo promessas de Primeiro lugar no PageRank do Google, fazendo previsões de vendas astronômicas em sites de e-commerce e outros vários casos que poderia citar.

Você provavelmente tem uma históra triste pra contar sobre seus “Kicos”, se não tem… “ok, ok nem me responda!”.

Re-re-reinício.

Enviado em Pessoal por felipemorais no Junho 26, 2008

Sim, voltei a postar.

Bom? Não sei, veremos.

O motivo? Vontade de expor experiências e compartilhar conhecimento.

É isso! Abraço. =)